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Tudo sobre diamantes

O diamante é um mineral tão raro, bonito e durável que é classificado como gema, diferente dos demais que são classificados como semipreciosos.

Dentre todas as pedras preciosas, o diamante sem dúvida é o “Rei”. O nome diamante vem do latim adamas e do grego adámas, que significa invencível, imbatível, indomável, e foi dado em referência à grande dureza do mineral. Carbono puro (C) é a composição dessa pedra tão fascinante e desejada e é a substância mais dura que se conhece (na escala de Mohs, que mede a dureza dos materiais, tem a escala máxima, 10). Pode apresentar uma variedade de cores partindo do incolor, amarelo, vermelho, alaranjado, verde, azul, castanho e preto. Cristalizado sob altas pressões e temperaturas, nas mais profundas entranhas da terra há bilhões de anos. Para se ter uma idéia, a mais jovem rocha vulcânica da qual se extrai diamantes possui a idade de 70 milhões de anos. Foram trazidos à superfície por erupções vulcânicas, ficaram depositados nos locais de onde atualmente podem ser extraídos por métodos economicamente viáveis. Em média 250 toneladas de minério são extraídas para que se obtenha 1 quilate de diamante lapidado.

Para ser lapidado um diamante deve ser primeiramente entregue a um especialista que examinará cuidadosamente a pedra buscando o melhor aproveitamento possível conjugado à valorização da pedra sob todos os aspectos. De início a pedra deve ser clivada ou serrada. A clivagem é feita por meio de uma batida sobre uma lâmina onde a gema será dividida.

O mais belo corte (lapidação) para o diamante é o chamado brilhante, criado pelo joalheiro veneziano Peruzz, no final do século XVII. Essa lapidação tem a forma redonda e compõe-se de 58 facetas. Cada faceta é simétrica e disposta num ângulo que não pode variar mais de meio grau. É comum as pessoas errarem ao dizer que querem comprar uma peça com brilhantes. A gema é diamante, brilhante é o nome da lapidação. O diamante pode ser lapidado em diversas outras formas e lapidações (gota, navete, baguete, coração, pêra, esmeralda, etc.) e então não será mais “brilhante”.

A Claridade julga a pureza do diamante. Ao longo de sua formação podem ocorrer várias inclusões no seu interior. A claridade também avalia danos como rachaduras e arranhões na parte externa do diamante, o que torna a gema menos atraente. A claridade de um diamante varia de perfeito a I (inclusions), que indica que a gema tem inclusões visíveis a olho nu.

A Cor de um diamante pode variar de “D” até “Z”, onde “D” (mais valioso) é incolor. Conforme vamos descendo a escala o diamante vai amarelando e ficando menos valioso.

Veja a imagem.

Fonte: www.incajoias.com.br

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